Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
8 de out. de 2012
Matéria no Estadão de hoje: Cidade Wikipédia
Saiu hoje no Link, o caderno de tecnologia do Estado de S.Paulo, matéria minha sobre a "primeira cidade Wikipédia do mundo". Monmouth, localizada no País de Gales, se juntou à fundação Wikimedia do Reino Unido para listar e catalogar todos os pontos históricos de sua história de mais de mil anos. Para o projeto Monmouthpedia foram distribuídas 1.000 placas com QR Codes pela cidade, através dos quais qualquer um com um smartphone pode acessar informações sobre uma ponte, um prédio importante ou mesmo um rio.
Para saber mais, leia a reportagem "A enciclopédia na rua" no caderno Link dessa segunda-feira ou no site do Estadão: http://ow.ly/ej0I9
Postado por
Unknown
Marcadores:
Estadão,
Monmouthpedia,
tecnologia,
Wikipédia
29 de set. de 2012
Felicidade canina
Na sexta, fiz um dos posts mais estranhos da minha vida. Foi sobre o Shippo, o rabinho peludo que lê suas ondas cerebrais e abana conforme suas, digamos, emoções. Quando você fica feliz, seu rabo abana rápido; se fica mais tranquilo, a velocidade diminui.
A empresa (japonesa) que fabrica essa maravilha já lançou um par de orelhas de gato que agem conforme o mesmo princípio. No Shippo, a diferença fica na geolocalização e na atualização de suas redes sociais. Sim, acredite. Não ficou claro se existe também a opção "rabo entre as pernas".
Leia o post no Link Estadão: http://ow.ly/e4MUf
A empresa (japonesa) que fabrica essa maravilha já lançou um par de orelhas de gato que agem conforme o mesmo princípio. No Shippo, a diferença fica na geolocalização e na atualização de suas redes sociais. Sim, acredite. Não ficou claro se existe também a opção "rabo entre as pernas".
Leia o post no Link Estadão: http://ow.ly/e4MUf
Postado por
Unknown
Marcadores:
ondas cerebrais,
tecnologia
25 de mai. de 2011
O mito da tecnologia
Isto não é um artigo acadêmico, só um exercício de raciocínio.
A Apple divulgou um infográfico sobre que tipos de aplicativos são distribuídos para os iPhones e iPads. De 500 mil títulos disponíveis, 3% são de ferramentas de notícias. Isso dá 15 mil aplicativos.
Vamos lá. Três por cento desse universo é muito pouco. Entre os 20 mais baixados, não há nenhum desses de notícias. Por que estou me detendo tanto nisso? Há uma "teoria" corrente que prega que a tecnologia liberta povos oprimidos. Ela é herdeira daquela outra, propagada na época da URSS, que dizia que panfletos xerocados poderiam libertar os povos sob o jugo dos soviéticos. Em resumo, uma visão que pensa que a POSSIBILIDADE de circulação de informação cria condições para a rebelião DEMOCRÁTICA.
Ora, se isso é verdade, a nossa sociedade ocidental, altamente tecnológica e tarada por gadgets, deveria ser a campeã de consumo de notícias. Somos democratas por herança história, afinal (e fãs de Angry Birds).
Mesmo que eu esteja errado e esses três por cento supram toda a necessidade de notícias, temos de pensar na QUALIDADE dessa informação. Quem a produz? Que tipo de cobertura? Política? De esportes? Duvido que os mais baixados nessa categoria sejam do New York Times ou Guardian.
Mesmo cheios de POSSIBILIDADES para a circulação da informação, continuamos ouvindo diagnósticos sobre a apatia política dos nossos povos, da impotência geral diante de um sistema complexo e autossuficiente.
Não nos enganemos: a Praça Tahir não estava cheia devido a um evento do Facebook; este é apenas uma FERRAMENTA nas mãos de quem queria se manifestar como cidadão político. Porque o maio de 68 aconteceu mesmo sem Facebook.
Via Nelson de Sá
A Apple divulgou um infográfico sobre que tipos de aplicativos são distribuídos para os iPhones e iPads. De 500 mil títulos disponíveis, 3% são de ferramentas de notícias. Isso dá 15 mil aplicativos.
Vamos lá. Três por cento desse universo é muito pouco. Entre os 20 mais baixados, não há nenhum desses de notícias. Por que estou me detendo tanto nisso? Há uma "teoria" corrente que prega que a tecnologia liberta povos oprimidos. Ela é herdeira daquela outra, propagada na época da URSS, que dizia que panfletos xerocados poderiam libertar os povos sob o jugo dos soviéticos. Em resumo, uma visão que pensa que a POSSIBILIDADE de circulação de informação cria condições para a rebelião DEMOCRÁTICA.
Ora, se isso é verdade, a nossa sociedade ocidental, altamente tecnológica e tarada por gadgets, deveria ser a campeã de consumo de notícias. Somos democratas por herança história, afinal (e fãs de Angry Birds).
Mesmo que eu esteja errado e esses três por cento supram toda a necessidade de notícias, temos de pensar na QUALIDADE dessa informação. Quem a produz? Que tipo de cobertura? Política? De esportes? Duvido que os mais baixados nessa categoria sejam do New York Times ou Guardian.
Mesmo cheios de POSSIBILIDADES para a circulação da informação, continuamos ouvindo diagnósticos sobre a apatia política dos nossos povos, da impotência geral diante de um sistema complexo e autossuficiente.
Não nos enganemos: a Praça Tahir não estava cheia devido a um evento do Facebook; este é apenas uma FERRAMENTA nas mãos de quem queria se manifestar como cidadão político. Porque o maio de 68 aconteceu mesmo sem Facebook.
Via Nelson de Sá
Postado por
Unknown
Marcadores:
política,
tecnologia
20 de set. de 2010
Ópera robô
![]() |
| Cena de "Death and the Powers" |
O compositor e professor do MIT (Instituto de Tecnologia do Massachussets) Tod Machover compôs e concebeu "Death and the Powers", uma ópera que faz uso intenso da tecnologia. São nove robôs que cantam, paredes eletrônicas que se movem e um candelabro musical interagindo e fazendo música com atores e cantores humanos. Mais do que ornar o palco como fazem os telões dos megashows de rock, o aparato eletrônico tem um papel na história, o de personificar as memórias do personagem principal, que some depois do primeiro ato.
Machover deu a essa característica o nome de "performance sem corpo" (disembodied performance), tentando mostrar que não é só para fins de amplificação que as novas tecnologias podem ser usadas. Uma coisa muito interessante a se notar nessa história é que tudo veio de um instituto de pesquisa, geralmente um local que pensa a inovação tecnológicos voltado a fins de mercado. A concepção, execução e montagem da ópera foram feitos pelo Future Group no Media Lab do MIT.
Está bem observado no texto publicado no site do instituto que a pesquisa pode ajudar a criar novas concepções em diferentes áreas do conhecimento. Esse projeto interdisciplinar mostra que é necessário ampliar os limites dessas "áreas" para que elas não fiquem estanques e não se percam em ciclos viciados e fetichizados, guiadas sempre por um objetivo que sempre leva o conhecimento específico de volta a ele mesmo.
A ópera "Death and the Powers" pode ser um novo ponto de partida para pensarmos os porquês de procurarmos inovações, melhorias, avanços. Existem objetivos que são necessariamente melhores dos que os outros? Ou gastar tempo, dinheiro e trabalho para criar uma obra de arte tecnológica é tão bom quanto aumentar a produtividade de um certo processo?
Mais sobre a ópera:
Texto no site do MIT
Postado por
Unknown
Marcadores:
arte,
música,
tecnologia
Assinar:
Postagens (Atom)



