Nem todo domingo precisa de música triste. Às vezes uma banda punk dinamarquesa resolve o problema. Já conhece o Cola Freaks? Vale a pena. A capa do EP é bem feita, mas as músicas são muito boas. São herdeiros do Wire, Husker Du e outra meia dúzia de bandas "pós-punk".
24 de out. de 2010
23 de out. de 2010
Disco do semestre: Crystal Fighters
Não vou falar muito sobre os Crystal Fighters. Para mim, o primeiro disco deles, "Star of Love" é a melhor coisa nova que ouvi esse ano. Esse é o som do futuro: música eletrônica, calypso, ritmos latinos, visual hippie, com violões, inglês e espanhol misturados e muita, muita, muita psicodelia. Tanta que o MGMT fica parecendo o coral da igreja. Bom para ouvir na praia, na balada e na estrada. Chega de papo. Ouça:
"In the summer"
"Xtatic truth"
"Swallow"
Tocando "Champion sound" no programa "Later with Jools Holland"
Crystal Fighters
Myspace
Site oficial
Youtube
"In the summer"
"Xtatic truth"
"Swallow"
Tocando "Champion sound" no programa "Later with Jools Holland"
Crystal Fighters
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21 de out. de 2010
Velho Doutor
Dr. John, 69, é um dos maiores pianistas de blues da história. Já tocou (para um auditório vazio) no Brasil, participou do documentário "Piano Blues", de Clint Eastwood e tem um disco de funk/soul que é desconhecido e essencial - "Right place, wrong time".
O velho cidadão de New Orleans não é só um pianista técnico, mas também sabe tocar cada nota e cada acorde na hora e intensidade certas. Ele consegue fazer um suingue como ninguém e é excelente nas canções mais tristes, os "blues" propriamente ditos.
Eu sou fã dele desde que o descobri. E isso aconteceu ouvindo um dos maiores discos de todos os tempos em qualquer estilo: "Dr. John's Gumbo". No álbum, de 1969, Dr. John mistura a música mais tradicional de New Orleans com soul e funk, já apontando o caminho que ele seguiria nos anos 70, quando experimentou bastante com timbres e batidas esquisitas.
A partir dos anos 90, Mac Rabbenack, seu nome real, resolveu buscar as raízes mais antigas do piano e começou uma série de discos dedicados à tradição da cidade mais divertida dos EUA. Fez homenagens aos spirituals, às nações do Mardi Gras e falou sobre a tragédia do Katrina no álbum "The city that care forgot".
Em junho de 2010 lançou "Tribal", mais um disco de volta ao passado. Por causa desse lançamento, foi chamado aos estúdios da rádio Jazz 24 para uma performance de voz e piano. Apesar de não ser exatamente famoso, Dr. John é reconhecido por quem entende de blues como um dos músicos essenciais do gênero, alguém que não só repete os velhos standards e cria novas possibilidades dentro de um tipo de música aparentemente limitado.
Ouça a apresentação de Dr. John e entenda por que ele é tão bom.
O velho cidadão de New Orleans não é só um pianista técnico, mas também sabe tocar cada nota e cada acorde na hora e intensidade certas. Ele consegue fazer um suingue como ninguém e é excelente nas canções mais tristes, os "blues" propriamente ditos.
Eu sou fã dele desde que o descobri. E isso aconteceu ouvindo um dos maiores discos de todos os tempos em qualquer estilo: "Dr. John's Gumbo". No álbum, de 1969, Dr. John mistura a música mais tradicional de New Orleans com soul e funk, já apontando o caminho que ele seguiria nos anos 70, quando experimentou bastante com timbres e batidas esquisitas.
A partir dos anos 90, Mac Rabbenack, seu nome real, resolveu buscar as raízes mais antigas do piano e começou uma série de discos dedicados à tradição da cidade mais divertida dos EUA. Fez homenagens aos spirituals, às nações do Mardi Gras e falou sobre a tragédia do Katrina no álbum "The city that care forgot".
Em junho de 2010 lançou "Tribal", mais um disco de volta ao passado. Por causa desse lançamento, foi chamado aos estúdios da rádio Jazz 24 para uma performance de voz e piano. Apesar de não ser exatamente famoso, Dr. John é reconhecido por quem entende de blues como um dos músicos essenciais do gênero, alguém que não só repete os velhos standards e cria novas possibilidades dentro de um tipo de música aparentemente limitado.
Ouça a apresentação de Dr. John e entenda por que ele é tão bom.
15 de out. de 2010
O caçador de sons
| Patrick Feaster, tarado por um sonzinho |
Para saber mais sobre essa história, ouçam e leiam a matéria da The Atlantic sobre Feaster, uma baita história.
"The man who decoded the first sound"
14 de out. de 2010
Misery Bear vai a Londres
Mais uma aventura do ursinho de pelúcia mais deprimido da internet. Prestem atenção no que ele escreve no cartão-postal. Tristemente engraçado. E, claro, ele se fode no final. Eu adoro o Misery Bear.
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13 de out. de 2010
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4 de out. de 2010
Censura ao Monty Python
Em 1974, os produtores do filme "Em busca do Cálice Sagrado" se viram numa situação engraçada. O governo britânico queria que algumas expressões "chulas" fossem retiradas do filme para que ele pudesse ter uma classificação etária mais abrangente. Genial foi que eles disseram exatamente quais eram e a carta que um mandou para o outro ficou bastante surreal, com uma lista das tais expressões detalhadamente descrita na missiva. É por isso que temos que guardar os nossos papéis. Essa carta é uma preciosidade.

Via Laughing Squid
Via Laughing Squid
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